Temos de reagir? Lógico! Mas se o primeiro movimento for se voltar aos algozes pra pedir pra pararem, só lhes dá mais margem para continuarem empilhando corpos, sob a capa “democrática” da negociação. Somos o único povo que morre, e em vez de fazer pressão por fora pra depois negociar (se for o caso), pra ter barganha, queremos logo partir pra conversa sem mobilização nenhuma. É quase como entregar a cabeça de bandeja com a maçã na boca. Quantas cabeças, corações e almas serão entregues nessa bacia até entendermos que ou nos voltamos a nós para fazer do ódio, da dor, elementos de mobilização e luta, ou é a morte física dos assassinados e a implosão dos mortos-vivos, que é o que temos nos tornado.

No Brasil, parece que todo preto é abíkù, é alguém nascido pra morrer antes do que se deveria..

Imagem da revolução Aytiana. Não esqueçamos Ayti. Nem de seus porquês, dos seus propósitos e objetivos..

Por: Tago Elewa Dahoma (Thiago Soares), em 9 de abril de 2019.

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